quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Livre-arbítrio



Livre-arbítrio


O ser humano é autoconsciente, ou seja, sabe que existe e pensa; percebe que tem uma atividade psíquica. Na escala consciencial deste planeta esse é o auge. 

Ter consciência também significa domínio sobre as próprias escolhas, das mais simples às mais importantes. Temos livre-arbítrio.

Enquanto a maioria dos demais seres vivos comporta-se motivada pelo instinto, o homem pode pensar antes de agir. 

Certa vez ouvi uma fala engraçada, num filme do Woody Allen. Dizia que a única escolha que o ser humano é capaz de fazer é sobre a marca de pasta de dente que vai comprar.

Isso é tragicômico, porque nossa capacidade extraordinária de escolha muitas vezes se resume a isso mesmo. Ainda (re) agimos impulsionados por conteúdos inconscientes: os instintos do cérebro reptiliano ou as emoções nem sempre equilibradas do sistema límbico.

Escolhas verdadeiramente inteligentes são processadas no pensante e moderno lobo frontal do cérebro. Ele é capaz de filtrar os conteúdos ocultos e limitantes do subconsciente, na maioria das vezes condicionado ao passado e às crenças alheias. E o melhor, pode ainda captar e processar os conteúdos infinitamente sábios da mente Cósmica, o supraconsciente.

Quando usamos essa capacidade integrativa do lobo frontal de dominar o eu inferior e acessar o Eu Superior, fazemos as melhores escolhas possíveis - livres de medo e baseadas no que é melhor para nossa própria alma e não para uma sociedade robotizada. 

Isso é ter liberdade de escolha!

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