segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Contando carneirinhos...



Cerca de 40% dos brasileiros sofrem de insônia, que é a dificuldade em iniciar o sono ou a incapacidade de dormir a noite toda. Estudos mostram que estamos dormindo em média duas horas a menos do que há 60 anos.
Dormir é fundamental para repousar o corpo, a mente e principalmente renovar o espírito, que viaja para outras dimensões em busca de experiências e aprendizado.
A insônia pode ser desencadeada por vários fatores como stress emocional (dívidas, separações conjugais, problemas no trabalho), maus hábitos (beber muito café, ficar até tarde conectado à TV ou computador, horários irregulares para deitar e levantar), doenças (apneia do sono, alcoolismo, ansiedade ou depressão) e, principalmente por preocupação.
Quadros prolongados de insônia causam sonolência durante o dia e predispõem a acidentes domésticos e de trânsito.
Quando não tratada pode trazer consequências como obesidade, diabetes, doenças do coração, hipertensão arterial, mau funcionamento do sistema imunológico, depressão, falta de memória e baixa produtividade no trabalho.
Apesar da grande incidência e da potencial gravidade do problema, somente 20% das pessoas procuram tratamento para a insônia. 
Por isso é importante que se comece a investigação através de um profissional da saúde, para descartar e/ou tratar qualquer doença como as relacionadas acima.
Independente da causa, a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) indica técnicas não medicamentosas para o tratamento da insônia como a meditação diária, atividade física (caminhada, musculação, natação, dança), yoga, shiatsu, hipnose e alimentação saudável (evitar alimentos refinados, excessos de farinhas, açúcar, café e álcool).
No que se refere à alimentação são inquestionáveis os benefícios da “alimentação viva”, ou seja, do suco verde, dos alimentos crus e preferencialmente orgânicos (vegetais, frutas, nozes, brotos, germinados) e da água alcalina. 
Ou seja, há como se tratar sem precisar recorrer aos medicamentos que induzem o sono. Claro, que nos casos mais severos a medicação é necessária para causar certo equilíbrio e alívio. E após esse alívio cabe à pessoa voltar aos trilhos.
O mais importante é que olhe para dentro de si em busca de quem realmente é. Reencontrar sua essência silenciosa e pacífica causará uma revolução na sua consciência. Automaticamente o resto se renderá à essa paz, sejam as preocupações, as carências, a ansiedade e o medo que povoam a mente inquieta. Basta meditar e estar no agora. Entrar no fluxo da Vida.
É preciso despertar para dormir em paz.



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