sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Como saber quem está no comando: o ego ou a Centelha Divina?



A iluminação espiritual é um processo de expansão da consciência individual, que passa a reconhecer sua origem e sua ligação absoluta com o Todo.

Há em cada pessoa dois aspectos do ser. O ego, que é um falso e temporário eu, identificado com o nome, o corpo, os pensamentos, a profissão, as memórias e as crenças aprendidas. E a Centelha Divina (ou essência) que é o verdadeiro Eu, conectado à Inteligência Cósmica. 

Uma das perguntas que mais recebo em relação à iluminação é: “Como saber se é o meu ego ou a minha essência quem está predominando na minha vida e nas minhas escolhas? 
Simples, pelo nível de paz que vivencia a cada instante. Em última instância esse é o marcador mais importante de quem é movido pela Centelha Divina. Já quem é movido pelo ego experimenta angústia, ansiedade e medo em algum nível. 

Enquanto não se rende ao fato de ser uno com o Todo, o que você pode fazer na prática, para ter mais paz?

1.Evite confrontos e discussões. O ego quer sempre ter razão e ficar com a última palavra.

2. Evite competir com os outros e consigo mesmo. O ego adora ser o primeiro em tudo. Pode evoluir e crescer sem a pressão de se manter no topo.

3. Aceite a realidade como ela se apresenta. Se quiser modificá-la, precisará manter a vibração da serenidade.

4. Evite preocupações. Faça sua parte com alegria e confie na sua conexão com o Todo. Você nunca esteve separado Dele.

5. Não queira agradar aos outros. Faça sempre o que é bom para você e assuma suas escolhas. Sem culpa. 

7. Evite dar prazos irreais e colocar pressão sobre o que quer. Nada afastará mais o que deseja criar que usar o tempo como inimigo. Faça as pazes com o fluxo da Vida.

8. Desapegue-se. De tudo e de todos. Solte a necessidade de ter, ser e fazer qualquer coisa. Paradoxalmente, ao soltar a necessidade atrairá aquilo que ansiava desesperadamente no passado.

9. Medite diariamente. Silenciar a voz e os pensamentos trará paz, conforme persiste na prática.

10. Tenha contato diário coma Natureza. Valem animais de estimação, árvores, lagos, praia, vasinho na janela. A natureza transpira paz e vai contagiar você.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Livre-arbítrio



Livre-arbítrio


O ser humano é autoconsciente, ou seja, sabe que existe e pensa; percebe que tem uma atividade psíquica. Na escala consciencial deste planeta esse é o auge. 

Ter consciência também significa domínio sobre as próprias escolhas, das mais simples às mais importantes. Temos livre-arbítrio.

Enquanto a maioria dos demais seres vivos comporta-se motivada pelo instinto, o homem pode pensar antes de agir. 

Certa vez ouvi uma fala engraçada, num filme do Woody Allen. Dizia que a única escolha que o ser humano é capaz de fazer é sobre a marca de pasta de dente que vai comprar.

Isso é tragicômico, porque nossa capacidade extraordinária de escolha muitas vezes se resume a isso mesmo. Ainda (re) agimos impulsionados por conteúdos inconscientes: os instintos do cérebro reptiliano ou as emoções nem sempre equilibradas do sistema límbico.

Escolhas verdadeiramente inteligentes são processadas no pensante e moderno lobo frontal do cérebro. Ele é capaz de filtrar os conteúdos ocultos e limitantes do subconsciente, na maioria das vezes condicionado ao passado e às crenças alheias. E o melhor, pode ainda captar e processar os conteúdos infinitamente sábios da mente Cósmica, o supraconsciente.

Quando usamos essa capacidade integrativa do lobo frontal de dominar o eu inferior e acessar o Eu Superior, fazemos as melhores escolhas possíveis - livres de medo e baseadas no que é melhor para nossa própria alma e não para uma sociedade robotizada. 

Isso é ter liberdade de escolha!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Centro da criação


Para o Universo só existe você como centro da criação. Compartilhamos todos de uma mesma realidade em comum, de forma pré-acordada, para podermos expressar a liberdade de quem somos. Mas em última instância, cada um cria seu próprio mundo.


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Coroa: Poder, autoridade moral, honestidade, honra, vitória, respeitabilidade

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Fidelidade




A fabulosa Frida Kahlo teria dito a seu marido Diego Rivera que não esperava dele fidelidade, lhe bastava a lealdade. 

Analisando apenas o conteúdo e não a veracidade do episódio, vou entrar no terreno lamacento do tabu.

Os relacionamentos da maioria das pessoas baseiam-se no conceito de fidelidade. Isso é bem visível nos relacionamentos românticos onde a tentativa de posse sobre o outro se faz mais presente. O idealismo romântico e os ecos da escravidão que ainda alimentam nossa sociedade exigem tal compromisso do parceiro. 

Comentem-se crimes; pessoas desistem da vida, pois o “objeto” amado teve olhos para outro (a) .

A única questão relevante sobre o tema deveria ser se há acordo ou não entre as partes envolvidas sobre a liberdade da relação.

Diferente de fidelidade, que significa na cabeça das pessoas exclusividade sexual, a lealdade é mais abrangente e denota parceria evolutiva. Crescimento nas diferenças.

Em última instância, um espírito é livre. Um coração encantado não respeita fronteiras, baterá em descompasso quando assim sentir que deve. Uma mente extasiada com a afinidade intelectual que encontra em outra entrará em looping. Silenciosamente, sem que ninguém fique sabendo.

A Teoria do Caos demonstra: O inevitável acontece. E nisso reside o milagre. Uma Centelha Divina se expressando em amor, em afinidade. Quem teima em ter o controle e sofre por isso é o ego, a arrogante criatura que tenta dominar o criador.

O amor com A maiúsculo é inclusivo. Quem ama com essa qualidade passa a amar todo aquele que traz alegria e crescimento à pessoa amada. Dizer que isso é difícil é fácil ...

Aceitemos ou não, estamos caminhando a passos lentos porém firmes para um futuro em que “quem dá um doce a quem amo, adoça minha vida.”

Como disse Morpheus: “ A questão não é se vai ou não acontecer e sim, uma questão de tempo.“
  



segunda-feira, 30 de novembro de 2015

O Fator Felicidade



O Fator Felicidade

Todo ser humano busca a felicidade. A maioria a procura no lugar errado: fora de si mesmo.

Por mais que se tente demonstrar que a felicidade é um estado interno de ser, que não depende do que acontece no entorno, ainda é muito difícil para as pessoas soltarem a crença de que “serei feliz se... ou serei feliz quando...”

Assim como o amor, a felicidade é totalmente incondicional. Alguns perguntarão: mas como serei feliz se há tanta infelicidade no mundo? Sendo. Simples assim.

Trata-se de um ato de vontade, de domínio próprio decidir o que se quer sentir. Você está no controle e ninguém mais, a não ser que dê esse controle a alguém ou a alguma outra força. Qualquer coisa fora disso é uma questão de autossabotagem.

Um ser feliz cria a própria realidade de maneira absoluta, impecável. Como a felicidade o conecta com a própria Centelha Divina, tudo o que cria nesse estado está certo para sua alma. Quanto mais a pessoa cria em estado de fluxo, maior a confiança que deposita na vida. E quanto maior a confiança, maior o fluxo.

Portanto, a primeira atitude para se sair dos problemas é entender que eles foram criados por você e serão resolvidos somente por você. Nenhum outro ser encarnado ou não pode criar na sua realidade. 

O segundo passo é trabalhar na solução, com perseverança e com confiança absoluta de que vai conseguir. A dúvida na própria capacidade de resolver os problemas cria exatamente isso.

E o último e mais penoso para as pessoas: aguardar pelos resultados, sem ansiedade. O que determina o tempo para receber o que se deseja é uma dinâmica complexa que está fora do seu alcance. Renda-se a isso também.

Não queira ser feliz. Seja.

O resto virá a seu tempo.


terça-feira, 24 de novembro de 2015

Onda Verde


A natureza é uma grande aliada do homem. Oferece a ele alimento, abrigo, beleza e paz.

Segundo a teoria do biólogo Edward O. Wilson da Universidade Harvard, os seres humanos tem afinidade inata com todas as coisas vivas. A isso chamou biofilia. Precisam da terra e do verde assim como das relações sociais.

Nada melhor para nos reenergizar do que caminhar numa área de mata ou campo. O contato com a Natureza melhora a saúde. Quanto mais verde o entorno, menos frequentes são as doenças cardiovasculares e pulmonares, diabetes, depressão e transtornos de ansiedade entre os habitantes. Viver perto do verde aumenta a expectativa de vida. 

Um suco verde nos faz tanto bem porque nos reconecta com o que somos em natureza.

Tudo isso já sabemos intuitivamente ou por experiência direta. A ciência só comprova o que o coração já sabe.

Talvez, o mais importante legado da Natureza ao ser humano seja o exemplo. Exemplo de equilíbrio, de persistência e de generosidade. Ela se ajusta, encontra uma saída e continua se doando. Exatamente o que precisamos resgatar em nós, neste momento. 

A Natureza não faz drama, não se apega. Segue sempre em frente, pois em sua sabedoria instintiva confia na vida. 

Ela é muito forte. Não precisa que choremos por ela. Aliás, não precisa de nada. Nunca precisou. 

Basta que sigamos o seu exemplo de maturidade e honradez para que boa parte dos problemas que nós mesmos criamos seja resolvido. 

É verde assim.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Compaixão



Compaixão

Diferente de sentir pena, a compaixão leva a todos para um lugar melhor.

Quem a sente aprende a se colocar no lugar do outro que sofre, sem passar pela experiência direta da dor. Tremenda vantagem. 

Quem recebe não se sente inferiorizado e sim amado, confortado e amparado. Isso faz toda a diferença quando se está em apuros...

O ser compassivo não se acomoda na pena; ele age, ajuda. Não filosofa, se mobiliza de pronto. Por saber que existe ordem no caos aparente, ele não julga, não procura culpados, nem executa. 

A compaixão nasce de um profundo entendimento da realidade da natureza: de que estamos todos entrelaçados quanticamente e de que tudo o que passamos são experiências que nossas almas precisam agora para dar mais um salto. Tudo certo. 

Por isso, ela é virtude dos sábios.

A compaixão é visceral, nunca intelectual. Por essa razão vemos sinais de sua presença também em macacos, golfinhos e nos corvos. Isso é o que apontam os estudos, mas cá entre nós, quem nunca presenciou no próprio cãozinho essa pitada de santidade?

O compassivo faz porque sente a conexão com o outro. Ajuda e se alegra com isso. No fundo percebe que quem mais ganha é ele próprio. Mais um bônus da generosa vida.

E o mais incrível: a compaixão não escolhe a quem se dar. Se sente igualmente pelo bondoso e pelo bandido. Talvez até um pouco mais pelo bandido, pois em sua visão privilegiada , percebe que ele é quem mais precisa de Luz naquele momento.

Por isso, pela ótica da compaixão, não faz sentido discutir nas mídias sociais sobre quem merece nossas orações. O mundo todo as merece. Orações e ações.

Exercer no cotidiano nossa capacidade de conexão com o outro é, a meu ver, a verdadeira religiosidade.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

O novo



A tentativa de manter as coisas do jeito que estão, mesmo que seja um lindo momento de amor, faz com que ele se perca na dor do improvável. Os momentos, bons ou ruins, são como a espuma na arrebentação. Fugazes. E nisso reside sua beleza.
A evolução é uma eterna companheira que nos estimula a crescer, a experimentar o novo, a fazer diferente.
Muitas pessoas vivem na depressão pois se agarram ao que não é mais. Ao que não pode mais ser. Então, o corpo e a mente se ressentem, pois em sua sabedoria entendem que precisamos dar mais um passo, que o novo trará o que precisamos para continuar crescendo.



Parte do texto: Coragem de mudar. Publicado no Blog:http://doutoramabelcristinadias.blogspot.com.br/

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Liberdade



Liberdade

Somos livres para criar qualquer evento em nossas vidas.
A liberdade é um atributo incontestável do espírito.
Qualquer crença ou sentimento contrário a isso se deve à ignorância ou à negação deste fato.
Nada ou ninguém pode impedir que tenhamos as experiências que nosso eu integral deseja ter, a não ser nossa mente condicionada e aprisionada pelo medo.
No momento em que respirarmos essa verdade, tudo mudará .


O que lhe faz mal?



Há uma ideia fortemente enraizada na mente coletiva que existem coisas que fazem bem e outras que fazem mal. Isso fica muito claro na área da saúde. Vejamos:
Frutas e saladas fazem bem. Picanha com dois dedos de gordura e cerveja fazem mal. 
Medicamentos naturais não fazem mal, já os industrializados podem fazer.
Atividade física é saudável, tomar sol dá câncer de pele. 
Tomar café da manhã faz bem, sair com a cabeça molhada no frio faz mal.
A lista é imensa...

Note que tudo isso são crenças que fazem parte da visão de mundo da maioria das pessoas. É um programa binário que roda em suas mentes, classificando o mundo como tudo ou nada, certo ou errado, bom ou mal.
Vivemos ainda sob a forte influência do paradigma materialista, que turva a percepção da verdade. 
O que determina se algo lhe faz bem ou mal não são tanto as propriedades desta coisa, e sim o seu estado de consciência, que em última instância é o que regula seu organismo a todo instante, propiciando a saúde ou a falta dela.
O corpo de alguém que vive no paradigma materialista responde somente à mente condicionada repleta de dúvidas, medos, preocupações e ansiedade. Quando você acredita que algo faz mal, fará. Para outra pessoa que não acredita nisso, não fará.
Sempre me perguntam: “que tratamento é bom para tal coisa”? Respondo que não há tratamento para doenças, pois elas não existem por si mesmas. Há, sim, pessoas doentes porque estão em desarmonia com o que são em essência. Portanto, basta voltar à Centelha Divina que habita em si para recuperar a saúde.”.
Quanto maior o nível de consciência de um indivíduo, mais ele saberá ouvir seu corpo quanto ao que lhe faz bem ou mal. Trabalhará menos com a mente materialista e mais com a intuição que é o elo com a Fonte da Vida. 
Contudo, como falo para pessoas que vivem imersas ainda na terceira dimensão, com diferentes níveis de vibração, acabo indicando a elas opções mais saudáveis no geral, como alimentos integrais, crus e orgânicos, água alcalina, e outras práticas simples.
As pessoas estão com seus cérebros tão modificados quimicamente por má alimentação, problemas emocionais, stress e contaminação ambiental, que é utópico falar apenas de algo tão sutil como regular a saúde pela força do espírito. Para essas pessoas é preciso começar pelo básico: modificar a alimentação, acrescentar no seu dia-a-dia uma atividade física e alguns minutos de meditação.
Após um curto período de desintoxicação e de um pouco de conhecimento sobre a natureza quântica da vida, ficarão mais claras as sutilezas de como dominar a realidade física através do poder da consciência.
As demais pessoas que já estão entrando na quinta dimensão encontrarão ressonância facilmente com o que digo. Caminhamos pouco a pouco para vivermos de luz e na luz.
Escreverei muito sobre isso neste blog , não para ensiná-lo mas para relembrá-lo do que em essência sempre soube: você é Deus.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Contando carneirinhos...



Cerca de 40% dos brasileiros sofrem de insônia, que é a dificuldade em iniciar o sono ou a incapacidade de dormir a noite toda. Estudos mostram que estamos dormindo em média duas horas a menos do que há 60 anos.
Dormir é fundamental para repousar o corpo, a mente e principalmente renovar o espírito, que viaja para outras dimensões em busca de experiências e aprendizado.
A insônia pode ser desencadeada por vários fatores como stress emocional (dívidas, separações conjugais, problemas no trabalho), maus hábitos (beber muito café, ficar até tarde conectado à TV ou computador, horários irregulares para deitar e levantar), doenças (apneia do sono, alcoolismo, ansiedade ou depressão) e, principalmente por preocupação.
Quadros prolongados de insônia causam sonolência durante o dia e predispõem a acidentes domésticos e de trânsito.
Quando não tratada pode trazer consequências como obesidade, diabetes, doenças do coração, hipertensão arterial, mau funcionamento do sistema imunológico, depressão, falta de memória e baixa produtividade no trabalho.
Apesar da grande incidência e da potencial gravidade do problema, somente 20% das pessoas procuram tratamento para a insônia. 
Por isso é importante que se comece a investigação através de um profissional da saúde, para descartar e/ou tratar qualquer doença como as relacionadas acima.
Independente da causa, a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) indica técnicas não medicamentosas para o tratamento da insônia como a meditação diária, atividade física (caminhada, musculação, natação, dança), yoga, shiatsu, hipnose e alimentação saudável (evitar alimentos refinados, excessos de farinhas, açúcar, café e álcool).
No que se refere à alimentação são inquestionáveis os benefícios da “alimentação viva”, ou seja, do suco verde, dos alimentos crus e preferencialmente orgânicos (vegetais, frutas, nozes, brotos, germinados) e da água alcalina. 
Ou seja, há como se tratar sem precisar recorrer aos medicamentos que induzem o sono. Claro, que nos casos mais severos a medicação é necessária para causar certo equilíbrio e alívio. E após esse alívio cabe à pessoa voltar aos trilhos.
O mais importante é que olhe para dentro de si em busca de quem realmente é. Reencontrar sua essência silenciosa e pacífica causará uma revolução na sua consciência. Automaticamente o resto se renderá à essa paz, sejam as preocupações, as carências, a ansiedade e o medo que povoam a mente inquieta. Basta meditar e estar no agora. Entrar no fluxo da Vida.
É preciso despertar para dormir em paz.



Reclamação



Toda reclamação é o ego esperneando para não perder o controle.




segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Como vibrar positivo com tanto sofrimento no mundo?




Como vibrar positivo com tanto sofrimento no mundo?

Sempre que se fala da importância do bem estar para se criar uma realidade mais favorável, surge em algum momento o questionamento: “Como posso ser feliz e me sentir bem se há tanto sofrimento no mundo”?

Entender essa questão permite à pessoa dar um salto gigantesco no que se refere ao domínio da criação da sua própria realidade.

De uma forma bem simples, há apenas duas formas de uma pessoa vibrar: positivamente (amor, alegria, gratidão, compaixão, contentamento, entusiasmo, etc.) e negativamente (indignação, raiva, medo, preocupação, depressão, etc.) Dependendo da média das frequências emanadas durante os dias, meses e anos sucessivos, a pessoa recebe de volta situações de mesma vibração.

O sofrimento do mundo, em todas as suas manifestações, é resultado de dinâmicas eletromagnéticas colocadas em ação há muito tempo, desde o início da jornada individual de cada alma. Toda vez que um ser age de forma contrária à sua essência (amor), cria uma situação que definimos como má. Por eletro-magnetismo, acabará recebendo de volta, mais dia menos dia, uma situação má. Isso é lei universal e não há como fugir disso. 

Entender que há uma ordem oculta no caos aparente é o primeiro passo para se resolver essa questão. 

Procurar o próprio bem estar não significa fechar os olhos para os problemas das outras pessoas. Podemos ajudar a resolvê-los sim contudo, a ação deve ser pautada na compaixão por todos os envolvidos.

A compaixão tem a vibração correta para que possamos ajudar as “vítimas” e os “algozes”, sem que nos percamos no ressentimento ou na raiva, que só contribuiria para agravar ainda mais a negatividade que originou a situação.

Imagine uma grande balança. Em um prato se deposita vibração positiva, no outro, vibração negativa. Não faz diferença alguma para a contabilidade cósmica se depositamos ódio ou um simples ressentimento. Ambos vão para o prato da negatividade que cria mais negatividade. É por isso que as guerras contra a fome, contra as drogas, contra a violência já iniciam perdidas. 

O grande salto de consciência acontece quando se entende que, seja qual for a situação em que nos encontremos ou que o mundo se encontre, só nos resta a doce escolha do amor.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Sentir-se saudável



O bem estar físico é uma poderosa chave para criar o que você deseja na vida.

Sentir-se saudável é um dos fatores que mais contribuem para a sensação geral de bem estar de uma pessoa. E por que é importante ter bem estar?

Porque a forma como você se sente afeta seus pensamentos, palavras e ações em relação a tudo o que lhe acontece. 

Quando você sente algum mal estar físico, principalmente se for de grande intensidade ou de longa duração, tende a ter pensamentos negativos em relação ao que está ocorrendo, além de emoções negativas como raiva, tristeza, medo, preocupação ou ansiedade. Pode ainda reclamar do mal estar e tomar atitudes envenenadas como ser ríspido com quem está ao seu lado.

Tudo isso vibra numa determinada frequência que você passa a emanar para o universo. Pelas leis do eletromagnetismo, essa onda lhe trará de volta situações de mesma frequência. Ou seja, você acaba criando mais mal estar físico, atrito nos relacionamentos, acidentes, perda de dinheiro ou de boas oportunidades.

Quando estiver mal, doente ou ferido, procure dominar seus pensamentos, sentimentos, palavras e ações. Se estiver que escolher um deles, domine seu sentimento. É mais fácil que controlar os pensamentos. Procure o que lhe faz bem, o que lhe faz sorrir. 

Ao decidir ter sentimentos mais positivos como alegria, amor, compaixão ou contentamento, as dores físicas diminuem e o corpo começa a se recuperar naturalmente. De quebra, não vai criar algo que não deseja experienciar nas outras áreas da vida.




quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Sobre o destino




Somos os únicos responsáveis pelo nosso destino. Aceitar esse fato é o primeiro passo em direção ao crescimento.

Antes de tudo, é preciso entender que não somos vítimas de nada e de ninguém, a não ser da nossa própria percepção. Sofremos de ilusão perceptiva, ou seja, acreditamos apenas no que os limitados cinco sentidos nos dizem. E eles nos dizem que somos indivíduos separados uns do outros e que por isso devemos competir para garantir um lugar ao sol. Eles nos dizem que a matéria é tudo o que há e que por esta razão devemos acumular ao máximo para garantir uma vida abundante para os nossos. Eles nos dizem que desapareceremos para sempre depois da morte, por isso não precisamos nos preocupar com o que fazemos ao meio ambiente hoje, já que não estaremos aqui para sentir o impacto de nossas ações no futuro.

O ser humano sofre em seu próprio quadrado enquanto se aliena do esquema maior no qual está inserido. Seus problemas particulares o distraem e o impedem de ver além da própria dor.

Nas profundezas de nossas mentes guardamos medos de não sermos bons o suficiente, de não sermos merecedores do bem, de não sermos capazes de criar uma realidade melhor a cada dia. Isso não passa de mais uma ilusão. Na verdade, somos seres cocriadores altamente capacitados a transformar qualquer cenário sombrio em um paraíso, bastando para isso a ampliação do nível de consciência individual e muita ação inspirada nas leis universais.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Onde está seu pensamento?



Onde está seu pensamento?

A ansiedade é um mecanismo de defesa da mente que se manifesta como um sentimento incômodo em relação ao futuro. Ela aponta para uma situação que tem o potencial de causar medo como, por exemplo, realizar uma prova, passar por uma entrevista de emprego ou falar em público. Neste aspecto é algo positivo, pois permite que a pessoa se prepare com antecedência para tais ocasiões. 

Por outro lado, a ansiedade pode caracterizar uma doença quando se torna intensa e duradoura, atrapalhando as atividades normais do cotidiano. Nestes casos é acompanhada de sintomas psíquicos (preocupação com as mínimas coisas, medo exagerado e inquietação excessiva) e físicos (dor de cabeça, falta de ar, dores no peito, palpitações, insônia e suor excessivo). 

O ritmo de vida moderno com as inúmeras atividades diárias, a luta contra o relógio e o excesso de informação trazida pelos meios eletrônicos estão entre os fatores agravantes desta verdadeira epidemia que atinge adultos e crianças, indiscriminadamente.

Contudo, devemos atentar para aspectos mais profundos da questão. A causa real da ansiedade é o hábito mental de não permanecer no agora.

Onde está seu pensamento agora, enquanto lê este texto? Está nas palavras ou já numa crítica ao que lê? Já começou a pensar no que vai fazer daqui a pouco? No final de semana? Nas próximas férias? Preste atenção como uma simples leitura pode levar sua atenção para outros lugares. Quantas pessoas nem chegarão a ler até o final de tanta ansiedade por novos conteúdos nas redes sociais?

Quando a mente vive no passado, que é uma memória, ou no futuro, que não passa de uma projeção do agora, perde-se energia vital e o poder pessoal.

Lembre: nada acontece fora do agora. Só no momento presente é possível mudar algo. Podemos alterar o passado, dando (agora) um novo significado a ele. Podemos criar um belo futuro se nossa consciência estiver o tempo todo atenta ao que é (agora). O próprio futuro, no qual erroneamente colocamos todas as nossas fichas, chegará vestido de agora. E como vamos reconhecê-lo e desfrutá-lo se nunca estamos no presente? 

A melhor maneira de acessar o presente é a meditação, uma técnica para acalmar os pensamentos. No início é preciso disciplina, pois a mente se recusa a perder o controle. Dez minutos sentados, sem fazer nada, pode ser uma tortura para algumas pessoas. E são essas as que mais precisam parar.

É importante entender que a meditação não é mais uma coisa para se fazer durante o dia. Pelo contrário, é um período reservado para apenas existir, sem fazer ou buscar nada. Se não paramos, a vida nos para através de uma doença limitante. A vida, em sua infinita inteligência, usa de todos os recursos para que voltemos aos trilhos do ser.

Depois de algum tempo, a meditação passa a ser um modo de ser e estar no mundo. Tornamos-nos atentos, criativos e até mais produtivos, já que o estado meditativo é a ponte que nos une à nossa parte mais sábia e à Fonte de toda saúde, abundância e criatividade. Deixamos de ser zumbis fazendo coisas, para nos tornamos realmente vivos.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Piloto automático



Piloto automático

O ser humano cria hábitos ao longo da vida que facilitam seu cotidiano. Durante o banho lava as partes do corpo sempre na mesma ordem. Enquanto isso pode pensar no que vai comer no jantar. Ao conduzir um automóvel não precisa pensar no que suas mãos e pés executam. Pode falar, ouvir música e cantar ao mesmo tempo em que se dirige ao seu destino.

Esses automatismos naturais podem ser úteis para aliviar o cérebro, facilitar algumas tarefas e ganhar tempo, mas podem se tornar um problema quando queremos abandonar comportamentos indesejados e destrutivos como comer doces em excesso, fumar, usar drogas ou até mesmo reclamar da vida. Tente não julgar nada ou ninguém durante 24 horas e sentirá a força de um dos mais arraigados hábitos que a humanidade adquiriu.

Noutras vezes queremos adquirir um hábito saudável como praticar exercícios, meditar ou ser mais compassivos, mas desistimos nas primeiras tentativas fracassadas. Será que somos vítimas de nossos comportamentos condicionados? Estamos condenados a sempre gastar mais do que ganhamos, a nos envolver em relacionamentos dolorosos, a criticar o comportamento alheio?

Quando entendemos como os hábitos são criados e eliminados, tudo fica mais fácil.

A neurociência comprova o que já sabemos de longa data: hábitos são fáceis de se criar e difíceis (mas não impossíveis) de se romper. Sempre que repetimos um comportamento, ele se fixa em circuitos especiais no cérebro, particularmente no corpo estriado. Quanto mais o repetimos, mais automático fica. No entanto, outra parte do cérebro, o neocórtex, monitora o hábito. O neocórtex é a parte mais recente e desenvolvida do cérebro, responsável pelo planejamento, pelos pensamentos abstratos e pela razão. A sede do “penso, logo existo” de Descartes. Ele nos auxilia a crescer como seres humanos, mudar aquilo que desejamos e viver a vida da maneira que decidimos.

Mesmo que os hábitos pareçam automáticos, estão sob controle continuo do neocórtex. Podemos criticar as pessoas aparentemente sem pensar, mas isso é uma ilusão, pois há um sistema de vigilância da parte pensante do cérebro constantemente operando. Em algum nível, nós decidimos o tempo todo. Estamos no controle de nossos hábitos e de nossas vidas.

Para termos maior domínio de nossas ações basta permanecermos atentos ao momento presente, que é o nosso ponto de poder. Se agora, neste instante, você parar, pensar e optar em aceitar em vez de criticar, em confiar em vez de temer, em amar em vez de odiar, seu cérebro vai responder a esses estímulos. Cada vez que fizer isso, o caminho é reforçado. Se optar em fazer boas escolhas nos sucessivos “agoras”, mais fortes serão suas conexões neurais para o amor, para a aceitação e para o perdão. Repetidas de forma consistente, as boas escolhas se tornam o caminho de menor resistência para a saúde física, mental e espiritual.

O cérebro, essa maravilhosa ferramenta que a alma utiliza para se expressar e ter experiências evolutivas, está a nosso favor. Pode ser modelado para criar uma nova vida. Basta sair do piloto automático.



terça-feira, 18 de agosto de 2015

Sobre a Cura




A cura é um assunto bastante polêmico hoje em dia, assim como o amor ou Deus. Algo que é completamente natural nos seres vivos se tornou um verdadeiro tabu, por causa da percepção distorcida que se tem sobre ela.

Legalmente, só os profissionais de saúde estão capacitados a falar sobre o tema, sempre em concordância com a ciência oficial e os órgãos regulamentadores. Excetuando esses profissionais, se alguém proclamar que conhece ou aplica qualquer método de cura será considerado um charlatão e poderá ter sérios problemas legais. 

Portanto, vou me valer do fato de ser médica e abordarei esse tema muitas e muitas vezes. Só que darei uma visão expandida da questão, levando em consideração a Medicina Tradicional Chinesa, outras terapias complementares e principalmente os estudos sobre a consciência e espiritualidade.

É urgente que o maior número de pessoas tenha contato com essas ideias, para que se apoderem da sabedoria hoje perdida de como desfrutar de saúde plena.

Quando alguém se sente doente ou recebe um diagnóstico médico qualquer, costuma questionar sobre as causas da sua moléstia. Surgem as famosas perguntas: “Como peguei isso”? “Quem vai me curar disso”? “Quando serei curado”?

Essas indagações refletem uma visão de mundo materialista e cartesiana, que vigora há mais de trezentos anos e que é a maior responsável pelo número assustador de doentes no mundo.

A grande maioria das pessoas entende a doença como sendo o resultado de algo externo a elas, como, por exemplo, os micróbios, os alimentos ou a mudança de clima.

Outros atribuem seus males à genética, que seria um fantasma herdado dos pais do qual não se tem escapatória. 

As doenças ganharam identidade própria quando foram batizadas pela medicina. Falamos, então, “do diabetes”, “do câncer”, “do infarto” como se fossem alienígenas invasores dos nossos corpos e que, da mesma forma, devem ser extirpados por alguém.

Essa visão torna a sociedade a cada dia mais doente, pois isenta o ser humano da responsabilidade sobre a própria saúde. O doente se sente como vítima da doença e desativa o seu poder natural de autocura que pode auxiliar em muito as terapias convencionais.

O corpo e a mente não estão separados como se pensa. Estão totalmente integrados e a este complexo chamamos sistema corpomente. Este, por sua vez, possui um sistema natural de autorregulação que se encarrega de nos manter saudáveis. Por essa razão, um corte na pele cicatriza espontaneamente, um resfriado ou uma diarreia se resolvem sem medicamentos. 

Há uma inteligência que ordena esses processos de cura e ela se chama informação. Cada célula do corpo contém toda a informação que precisa para se reparar, porque contém toda a informação do Universo em si, de maneira holográfica. Hologramas são imagens tridimensionais obtidas por interferência de raios laser. Os hologramas possuem uma característica única: cada parte deles possui a informação do todo. Assim, um pequeno pedaço de um holograma tem informações da imagem do mesmo holograma completo. 

Se a saúde não é uma coisa que precisemos buscar, já que é nosso estado natural, então, por que há tantas pessoas doentes? Porque os seres humanos estão na contramão da sua própria Natureza, da sua essência. A resposta parece óbvia, mas nem sempre é entendida ou aceita. 

Quem compreender profundamente o que está sendo dito aqui e se permitir viver essa experiência, estará dando os primeiros passos para a construção de uma nova realidade de saúde plena. 

A medicina ocidental vê o ser humano como resultado de processos meramente químicos e biológicos. É como se fôssemos máquinas que se comportam de forma pré-determinada, assim como relógios que, quando defeituosos, devem ter suas peças reparadas ou trocadas. Essa visão propiciou os avanços médicos que dispomos hoje como medicamentos, cirurgias, transplantes, vacinas, radioterapia, quimioterapia e imunoterapia.

Mesmo com todo esse arsenal, as doenças crônicas físicas ou mentais estão ganhando terreno. 

As causas das doenças segundo a medicina oficial são: dieta inadequada, o sedentarismo, a genética, e a exposição a substâncias e radiações tóxicas.

Já a milenar Medicina Oriental trata o ser humano de uma forma mais holística, considerando as emoções e o espírito (ou a consciência) como fatores tão importantes ou mais que os físicos.

Por sua vez, a nova visão de mundo que está surgindo com a Física Quântica considera a consciência como fator essencial para se entender o funcionamento do Universo. O que as tradições filosóficas e espirituais vinham apontando há milênios, agora pode ser explicado pela ciência.

Espiritualidade e ciência convergem para o fato de que a consciência (ou espírito) é a base de tudo o que há, incluindo a matéria e , por conseguinte , o nosso corpo. 

Sendo assim, o adoecer e o curar é mais uma questão relativa ao grau de consciência que o ser apresenta - aspectos mentais, emocionais e espirituais – do que propriamente de fatores externos a ele.


Continua.

Direitos Autorais: Copyright © Dra. Mabel Cristina Dias. Todos os direitos reservados. 

Você pode copiar e redistribuir este material contanto que não o altere de nenhuma forma, que o conteúdo permaneça completo e inclua esta nota de direito e o link: www.doutoramabelcristinadias.blogspot.com


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Proposta



A proposta do trabalho que agora desenvolvo é promover a saúde. 

Mas, o que é saúde? 

Numa antiga definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde era considerada a ausência de enfermidade. Isso significava que uma pessoa, para ser considerada saudável, bastaria não estar doente. Talvez essa seja a ideia que a maioria faz sobre a questão também. 

Mas as coisas mudaram um pouco. Depois da Segunda Guerra Mundial a percepção sobre o tema saúde se ampliou. A definição da OMS foi alterada para “o estado de bem-estar físico, mental e social do indivíduo”. 

Portanto, para promover a saúde, terei de falar de BEM-ESTAR. 

Então, fica combinado assim: baterei nesta tecla (bem-estar) até que entendam que esta deverá ser a principal busca de quem deseja ser saudável em todas as áreas da vida: física, mental, espiritual, financeira e social. 

Vai ser estimulante voltarmos nossa atenção para algo que parece tão longe hoje em dia. Temos um longo e feliz caminho pela frente, em que reconhecermos aquilo que nos adoece e que devemos deixar para trás caso queiramos desfrutar de todo o potencial que carregamos como seres humano e divinos. 

De vez em quando terei de falar (um pouco) sobre doenças, maus hábitos ou coisas que pareçam negativas, mas o intuito não é estimular medo, preocupações ou muito menos culpa. Estes sentimentos só nos adoecem! 

Pelo contrário, proponho ampliar a sua percepção até o ponto que resgate seu poder de cura natural através da expansão da consciência, se assim você quiser. 

Isto significa que, juntos, vamos relembrar quem somos o que viemos fazer nesta dimensão, neste lindo planeta que agora é o nosso lar temporário. Vamos nos curar em todos os sentidos e disseminar essa cura por toda a Terra. Não seria ótimo? 

Sim, tudo isso é possível. Podemos ser agentes de vida, saúde, prosperidade e consciência. Basta desejarmos, como falei no artigo anterior. Desejo e ação unificadas com a Fonte criam mundos. 

Vamos, a partir de hoje e sempre, focar na coisa mais importante para a criação e a recuperação da saúde: o nosso bem-estar. 

Veremos como nas próximas postagens. 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Desejos


Somos um poço-sem-fundo de desejos.
Calma, isso é ótimo!
E não poderia ser de outra forma.
Estamos cravados na realidade tridimensional que nos oferece, a cada instante, um magnífico banquete com todos os tipos de experiências possíveis. No cardápio da vida elas estão à nossa escolha. 
Existem as maravilhosas, as boas, as neutras, as ruins e as desastrosas.
Todos querem as primeiras, se estiverem no seu juízo perfeito.
Mas é preciso especificar  o que queremos vivenciar para que nosso pedido seja servido em grande estilo.
Desejar é uma arte.O desejo é a base de tudo.
Sem ele não há experiência e nem tampouco evolução.
Não pense que aquilo que você não deseja não seja também um desejo.
Esse costuma acontecer ainda mais rápido!

Imagine um lugar onde ninguém queira nada. Lá reina a estagnação e a morte.
O desejo é a mola- mestra desse mundo.
É preciso desejar com vontade, sem culpa, sem medo.
Desejar não desejar já é um desejo!
Não temos para onde correr.
Todos os nossos desejos, sejam eles quais forem, dos mais simplórios aos mais inconfessáveis têm uma única meta: nos aproximar da Felicidade. A Felicidade é um estado de ser em que a Alegria e o Amor são os governantes, nossa linha direta com a Fonte (Deus, Tudo-O-Que-Há, Vácuo Quântico...)
Aí se encontra o grande drama da humanidade. 
A esmagadora maioria das pessoas não obtém o que deseja, sejam  bens materiais, relacionamentos gratificantes, empregos de qualidade, saúde perfeita ou mesmo a iluminação espiritual.
Desejos frustrados , repetidamente, nos levam a deixar de desejar, de sonhar, de realizar, de viver, de evoluir.
Tenho uma vasta experiência adquirida em quase trinta anos de atendimentos na área da saúde ( ou será área da doença ?)
Todos que me procuraram para tratar seus males físicos tinham uma história semelhante : não estavam tendo a vida que gostariam.
Desejos frustrados, ao longo do tempo, geram poderosas emoções destrutivas como medo, raiva, ansiedade, preocupação e tristeza que provocam desarmonia energética, funcional e orgânica.
Quando percebi isso, parei de procurar moléstias e foquei minha atenção na fonte da saúde.
Não há remédio mais certeiro que a realização de nossos desejos, um a um, de forma ininterrupta e grandiosa.
Imagine-se, agora, tendo um desejo seu realizado, aquele que vem em primeiro lugar na sua lista. Feche os olhos e mergulhe na sensação inebriante que inunda seu corpo. Fique assim por alguns segundos.Se conseguisse manter este estado de ser durante todo o dia, sua vida seria muito diferente. Posso garantir.
Sempre que obtemos aquilo que desejamos, imediatamente passamos a desejar algo novo, que por sua vez mobiliza e impulsiona o Universo.
Veja a fórmula:  Desejar + crer + permitir  = criar. O primeiro fator da equação é o desejo. Falaremos dela em outras ocasiões.
Somos cocriadores, saibamos disso ou não. Aceitemos isso ou não.
Para termos resultados melhores em nossas vidas só está faltando aprendermos o jeitinho certo de construir nossa realidade.
A "coisa" é tão simples que chega a ser engraçada...
No dia em que descobri ou relembrei (como queiram)como a "coisa" funcionava dei muita risada.
Tive de parar de rir um dia para não espantar as pessoas ao meu redor, mas por dentro sorrio feito Buda. O tempo todo .
Criei esse blog para contar as coisas que descobri no caminho e que me permitiram ser uma cocriadora mais eficiente da minha própria realidade.
Não sou dona da Verdade, apenas da minha versão dela.
São as minhas pérolas que divido com aqueles que desejarem, a partir de hoje.
E por falar em desejo, neste instante, eu desejo que você embarque numa viagem magnífica que nunca termina , rumo a uma versão mais expandida de você e que possa desfrutar de tudo aquilo que sempre quis. A cada dia mais, sem fim. 

Mabel

Quem sou?

Quem sou

Eu sou Mabel Cristina Dias. Nasci em Porto Alegre, em 14 de dezembro de 1961.

Tive uma infância tranquila na qual recebi muito amor e incentivo. Gostava de aprender sobre tudo e desde menina já era fascinada pelos livros.

Lia sobre assuntos variados com muita curiosidade, desde as obras dos mestres da literatura até enciclopédias, biografias, livros de história geral, filosofia, enfim, tudo o que pudesse amenizar a inesgotável sede de conhecimento. 

Graduei-me em Medicina na gloriosa Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, em 1986. Fiz residência médica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e especialização em Acupuntura Médica pela Associação Médica Brasileira de Acupuntura.

Durante os anos de prática clínica atendi milhares de pessoas com os mais diversos tipos de doenças. Constatei que o ser humano adoece e sofre porque não está desperto para uma realidade que ainda lhe foge aos sentidos, mas que é mais real do que tudo. 

Tal constatação me fez buscar novas formas de tratamento para os males humanos. Estudei e apliquei terapias diferentes, dentre elas a naturopatia e a medicina tradicional chinesa, mas sempre me deparava com a mesma questão: a da Consciência. Técnicas terapêuticas podem ser efetivas, mas seus resultados só serão duradouros se houver uma verdadeira transformação na consciência do indivíduo.

Trilhei caminhos alternativos em busca das respostas ao sofrimento humano. Busquei o autoconhecimento com a mesma determinação que tenho em relação ao conhecimento geral. 

Sentia necessidade de resgatar o meu poder pessoal e minha conexão com a Totalidade para que pudesse, em primeiro lugar, ajudar a mim mesma, para depois ajudar as outras pessoas. Passei a estudar os ensinamentos dos grandes iluminados, a essência das principais religiões, filosofia, metafísica, e tudo o que pudesse me trazer uma compreensão mais profunda sobre a alma humana e a natureza da realidade.

A teoria não me satisfez. Faltava-me a vivência de tudo isso. Sem ela, todo o conhecimento parecia estéril e vazio. Quis descobrir minha própria verdade.

A partir de 2001 uma porta se abriu para que o sagrado entrasse em minha vida. Iniciei uma jornada consciente em busca da intuição, disciplina espiritual e visão expandida da vida. 

Nos últimos quinze anos fui iniciada em algumas tradições, participei de inúmeras aulas, rituais e vivências que me lapidaram como um ser humano integral. Esse caminho me proporcionou vivenciar o equilíbrio entre razão e emoção, matéria e espírito, humano e divino. E mais do que isso, reacendeu meu propósito de vida: colaborar no processo de despertar da humanidade para uma nova realidade que vem se revelando a cada dia.

Em paralelo, continuei pesquisando diversas áreas do saber como Nutrição, Yoga, Meditação, Programação Neurolinguística, Psicologia, Medicina Energética e Informacional, Mecânica Quântica, Espiritualidade, Consciência e Criação da Realidade.

Após toda essa pesquisa cheguei a um denominador comum: a Consciência é a base de tudo, o princípio criador e unificador que nos conecta a todos os outros seres e coisas. O fundamento de uma vida abundante e cheia de significado.

Somos ondas de um oceano infinito de pura potencialidade, conectados na origem, mas munidos de individualidade e autoexpressão. Somos inteiramente capazes de criar toda saúde, alegria, prosperidade e realização em nossas vidas porque somos parte da Fonte criadora de universos. Mas é preciso que cada um relembre como acessar esse poder que já habita em si de forma latente. Assim resgataremos o nosso lugar ao sol, como indivíduos e como sociedade.

É aqui onde me encaixo na trama da Vida. Todo o conhecimento e vivência acumulados em minha jornada serão agora compartilhados com aqueles que anseiam relembrar como se cria uma vida mais saudável em todos os aspectos - físico, financeiro, mental, emocional e espiritual.

Somos estrelas com saudade de brilhar.